Pedro Saleh


As estações

Renasceram as novas estações

O sol se põe no início da nova madrugada

É o início da nova jornada, saudações

Nonsense! Vontade de estar onde estava

 

O frio que entra pela janela aberta

Entra também pelas frestas

É o inverno bruto, estúpido

Ar gelado, morte súbita

Congela o fogo que existia

A neve soterra

Inferiliza a terra

A janela continua aberta

O inverno continua

 

Lindo sol nascente transbordante

Infinito horizonte adiante

É manhã, o início do verão

Pulsa quente o sangue no coração

Tente, invente

Oportunidades que fogem da sua mão

Mente inocente

É o fim do verão

 

Mas tudo muda quando menos se espera

Numa noite de inverno, tarde de outono ou manhã de primavera

Tudo pode virar, pode ser verão quando menos se espera

Com quem menos se espera

Onde menos se espera



Escrito por Pedro Saleh às 17h57
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Do céu ao mar, um inferno interno

Não vou me arrepender dos amores que tive

Nem jurar nunca mais tecer com meu coração de fiador

Tapetes estampados com cores em tom de sangue

Que um dia pulsaram em meu coração amador

Mas é inevitável sentir dor

Dor latente

Por favor, não tente

a suficiência das eternidades são sempre tão rasas

Juras eternas que perdem a validade logo após os comerciais

É o fim do mergulho, ar não há mais

E eu morri afogado faz tempo

 

 



Escrito por Pedro Saleh às 17h43
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O fim do espetáculo com as cortinas abertas

Nunca apague o fogo

Você pode nunca mais conseguir acendê-lo

Pague à vista, dê o troco

E tente entender a insanidade do louco

Isso tudo é muito pouco

Quase nada

 

Memórias de antigas amantes

Páginas encardidads de um livro velho

Goles quentes de um chá dançante

Dançando no campo minado

 

 

O dia-a-dia marcante das eternidades

O tempo marcador estúpido dos atos

Os atos estúpidos marcantes

As marcas eternas da estupidez

Assasinam as velhas impressões de vez

 

Futuro? Novidades?

Saudades...

Novos Horizontes!

Oportunidades...

Verdades...

Pecados das imaturidades...

 

 

 



Escrito por Pedro Saleh às 16h32
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Dom Quixote

Lança, espada afiada

Destrói a angústia acumulada

Alma armada

Espírito armadurado

Lançe o dado

Melhor que o destino atua sobre nós

 

Cavalgando no deserto

O guerreiro tem um simples desejo

O de voltar pra perto de quem ama

Batalha, após batalha

Ele simplesmente não descansa

 

É preciso ter fé

Nunca perder os prórpios valores

Esse é o segredo do guerreiro

Ele não reduz o passo e levanta o queixo

E segue em frente

 

Em suas viagens solitárias

Ele marcha

Nas noites geladas

Ele marcha

De prórprio sangue, suas roupas

Ele mancha

De suor e lágrimas, seu rosto

Ele encharca

De tristeza ele não se abate

De desgosto ele morre

Pois no fim das contas ele descobre que nunca teve nada

 

Ps: Poema dedicado a minha amiga Mickaela.... Pessoa que se mostrou muito especial nesse último mês.



Escrito por Pedro Saleh às 23h04
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No fim das contas, perdem-se as contas

Simples mãos geladas suam frio

Coração apertado bate aflito

Mente em outros lugares

Morta de saudade

Loucuras à parte

 

Não existe mais a vontade de ser

Minha pequena esperança da simples mudança

Não alimentam mais, você vai ver

É preciso fé cega e pé atrás

 

Dissolve no sangue o veneno mortal

Corrói pouco a pouco a força vital

A alma chora sangue

Decepção de ser amante

Frustração decepcionante

Bate em falso coração de sal

 

Dança a bailarina de porcelana

Doce menina ansiosa por mudança

Bate a cara no muro

Quebra a cara

E morre com a ferida exposta no rosto

 

Foi o fim da linha no meio da viagem

É hora de saltar

Num caminho sem volta a gnente se perdeu

Agora falta ar

Falta amar

Faltar



Escrito por Pedro Saleh às 23h50
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